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	<title>Marcelo Larrosa</title>
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	<description>Music, Design, Poetry and Photo</description>
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		<title>A Cor do Som e Miriam Makeba na KY PQP</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Aug 2010 14:01:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Larrosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[KY PQP Setlists]]></category>

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		<description><![CDATA[Easy All Stars &#8211; The dub side of the moon (2003)
<p></p>
<p>Uma versão em reggae completa do Dark Side Of The Moon. O Easy Star All-Stars&#8217; reiventa brilhantemente o disco do Pink Floyd. Participações vocais de Frankie Paul, Corey Harris, Gary &#8220;Nesta&#8221; Pine (dos Wailers), The Meditations, Dr. Israel, Ranking Joe, Sluggy Ranks, e outros. Todos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Easy All Stars &#8211; The dub side of the moon (2003)</h3>
<p><img class="alignnone" title="Dub Side" src="http://jornale.com.br/horasonora/wp-content/uploads/2010/05/dub_side.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>Uma versão em reggae completa do Dark Side Of The Moon. O Easy Star All-Stars&#8217; reiventa brilhantemente o disco do Pink Floyd. Participações vocais de Frankie Paul, Corey Harris, Gary &#8220;Nesta&#8221; Pine (dos Wailers), The Meditations, Dr. Israel, Ranking Joe, Sluggy Ranks, e outros. Todos detalhes estão aqui, de efeitos sonoros à sincronização com o filme &#8220;O mágico de Oz&#8221;</p>
<h3>A Cor do Som &#8211; A Cor do Som (1977)</h3>
<div id="attachment_514" class="wp-caption alignnone" style="width: 324px"><a href="http://www.larrosa.com.br/wp-content/uploads/2010/08/A-Cor-do-Som-1977-A-Cor-do-Som.jpg"><img class="size-medium wp-image-514" title="A Cor do Som (1977) A Cor do Som" src="http://www.larrosa.com.br/wp-content/uploads/2010/08/A-Cor-do-Som-1977-A-Cor-do-Som-314x300.jpg" alt="" width="314" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">A Cor do Som (1977)</p></div>
<p>Acho que não necessita de apresentação.  É a banda responsável pela minha transformação em músico, nos anos 80. Vi shows memoráveis no Teatro Ipanema e Teresa Rachel, no Rio.  Comemorando a sua volta aos estúdios, divulgada semana passada, resolvi prestar esta homenagem na KY PQP, espero que ninguém me prenda por isso.</p>
<h3>Eddie Vedder – Into The Wild (2007)</h3>
<p><img class="alignnone" title="Into the wild" src="http://batcountry.freeblog.hu/files/eddie-vedder-into-the-wild-709.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>Há músicas que nos fazem sentir vivos. Há também músicas que nos fazem pensar. Existem ainda músicas que nos invadem de tal forma que parecem querer expressar o nosso ser. Depois, é assustador pensar que a expressão artística de alguém nos diga tanto, como se fosse a passagem à realidade de algo que julgavamos intraduzível, simplesmente por ser nosso, por ser pessoal.</p>
<p>Este álbum de Eddie Vedder é uma verdadeira pérola. E devia trazer consigo pelo menos duas advertências: a de que deve ser tratado com cuidado, tal a fragilidade e a beleza do que contém; e, por outro lado, o aviso de que se pode tornar viciante e avassalador.</p>
<p><a title="Matéria original" href="http://www.frequenciamaxima.com/538/eddie-vedder-into-the-wild-ost/" target="_blank">mais&#8230;</a></p>
<h3>Miriam Makeba -  Miriam Makeba (1960)</h3>
<p><img class="alignnone" title="Miriam Makeba" src="http://megavatio.com/wp-content/uploads/2008/10/miriam-makeba-e28093-miriam-makeba-1960.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p><em><strong>Miriam Makeba</strong></em> é um auto-intitulado álbum de estréia de Miriam Makeba, cantora sul-africana também conhecida como <em>&#8220;Mama África&#8221;</em> e grande ativista pelos direitos humanos e contra o apartheid na sua terra natal. Makeba começou a carreira em grupos vocais nos anos 50, interpretando uma mistura de blues americanos e ritmos tradicionais da África do Sul. No fim da década, apesar de vender muitos discos no país, recebia muito pouco pelas gravações e nada de royalties, o que lhe despertou a vontade de emigrar para os Estados Unidos a fim de poder viver profissionalmente como cantora. O seu momento decisivo aconteceu em 1960, quando participou no documentário antiapartheid <em>‘Come Back, África’</em>, a cuja apresentação compareceu, no Festival de Veneza daquele ano. A recepção que teve na Europa e as condições que enfrentava na África do Sul fizeram com que Miriam resolvesse não regressar ao país, o que causou a anulação do seu passaporte sul-africano. Foi então para Londres, onde se encontrou com o cantor e ator negro norte-americano Harry Belafonte, no auge do sucesso e prestígio e que seria o responsável pela entrada de Miriam no mercado americano. Através de Belafonte, também um grande ativista pelos direitos civis nos Estados Unidos, Miriam gravou vários discos de grande popularidade naquele país.</p>
<address><span style="color: #999999;">Fonte:  http://pintandomusica1001.blogspot.com/2009/03/0026-miriam-makeba-miriam-makeba-1960.html</span></address>
<address> </address>
<h5><span style="color: #999999;"><span style="color: #999999;">Espero que gostem e divulguem para os amigos. Esta rádio não permite downloads, é apenas um instrumento de divulgação da boa música e recomenda a todos comprarem os discos nas melhores casas do ramo. Se você encontrar&#8230;rs</span><br />
</span></h5>
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